Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Lenda chinesa

 

 

 

Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido para casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.
Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: “Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.”
Lin respondeu:
- “Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda”.
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.
Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.
Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
- “Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.”
Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:
- “Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. “

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publicado por miguel_sousa às 07:58
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

O Nó do Afecto

 

 

 

Numa reunião de pais numa escola da periferia, a directora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.
No entanto, a directora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com o seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto já não estava acordado. Explicou ainda, que tinha de trabalhar assim, para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava redimir-se indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa, e para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.
Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A directora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o menino era um dos melhores alunos da escola.
Jamais esqueça o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e “um nó na ponta do lençol”, podem fazer a diferença.
O facto faz-nos refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afectivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Faça com que as pessoas “ouçam” a linguagem do seu coração. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó.
 

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publicado por miguel_sousa às 07:48
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

A essência da vida

 

 

 

No final de todos os arco-íris existe uma porta, basta encontrar a chave da esperança. Mas, para isso, descubra a essência da vida.
O amor deve ser supremo. Hoje o ódio reina na Terra, as pessoas são ambiciosas e só pensam em si mesmas. Esqueceram qual a real essência de viver e perderam-se no caminho para o arco-íris.
Acordar de manhã e dizer bom dia, levantar-se com um sorriso. A essência da vida está em reconhecer e em saber apreciar as coisas simples. Ouvir um passarinho cantar e achar a música mais linda do mundo; relaxar com o titilar da chuva na janela; caminhar na praia e sentir a brisa que vem do mar só para beijar a sua face… É -seperder observando o horizonte do mar; é sentar-se na relva ou na areia para presenciar o pôr-do-sol e achar que essa é a mais bela das obras de artes já criadas no mundo. É ficar horas e horas cantando para a Lua; é ver desenhos nas nuvens…
A essência de viver é estar esperando um final de semana ensolarado e de repente vem aquele temporal, mas mesmo assim você acha que o dia não poderia ser melhor. É sair com os amigos e se divertir; é fazer os outros sorrirem mesmo você estando triste; é ajudar um amigo em má fase e levantar-lhe o astral. É saber dizer sim, mas também dizer não…
É saber perdoar um amigo que lhe disse palavras duras; é saber reconhecer oa seus erros e também pedir perdão. É mentir para não magoar, mas ser sempre sincero para conservar os bons amigos.
É ter esperança que os sonhos podem ser verdadeiros, mesmo quando todos dizem que é uma mentira. É não ter medo de correr atrás de seus objetivos e não desistir mesmo que você tombe no caminho.
É assistir a um filme e chorar de emoção mesmo sabendo que é ficção. É chorar ao ver as barbaridades que o jornal noticia. É não perder a esperança nunca e ter fé que as coisas podem tornar-se melhores, se não ficarmos parados de braços cruzados.
A essência da vida está em cada um de nós… Nas palavras que dizemos, nos nossos gestos, no sorriso a quem nem ao menos conhecemos,  num “bom dia” sincero, num beijo, num abraço, num aperto de mão. Enfim, a essência de viver está nos pequenos e mais simplórios gestos, só basta saber reconhecer!

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publicado por miguel_sousa às 08:42
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Lenda oriental

 

 

 

Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beir

a de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- “Que tipo de pessoa vive neste lugar?
- “Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?” - perguntou por sua vez o ancião.
- “Oh, um grupo de egoístas e malvados - replicou o rapaz. Estou satisfeito por ter saído de lá.”
A isso o velho replicou:
- “A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.”
No mesmo dia um outro jovem se acercou do Oásis para beber água e, vendo o ancião, perguntou-lhe:
- “Que tipo de pessoa vive por aqui?”
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- “Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por tê-las deixado”.
- “O mesmo encontrarás por aqui”- respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho :
- “Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- “Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter o controle absoluto”.

sinto-me:

publicado por miguel_sousa às 07:03
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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

Lei natural

 

 

 

A notícia assusta e comove: um filhote de baleia-jubarte teria confundido um iate com sua mãe na costa de Sydney, na Austrália. A pequena baleia – se é que baleias podem ser pequenas – nadava constantemente em volta do iate e tentava mamar no seu casco…

Factos assim comovem-nos, assim como assustam as notícias que tem surgido recentemente de mães que abandonam seus filhos, filhos que matam as suas mães, cenas de violência em doses gigantescas.

O caso da pequenina baleia desperta-nos para a tragédia humana. Temos o poder de dizimar espécies, destruir paraísos ecológicos, na mesma medida em que somos poderosos o suficiente para destruir cidades e espalhar o ódio. Ao mesmo tempo, carregamos a tiracolo um misterioso instinto de sobrevivência, que se não nos é tão claro e evidente quanto o dos animais, ao menos impele-nos para sentimentos mais nobres, como o da compaixão.

Sentir tristeza pelo drama da pequenina baleia talvez seja uma maneira de mostrar a importância que atribuímos ao amor maternal. Os filhos devem ficar com as suas mães, numa relação de carinho e provimento que garante a vida e a perpetuidade da espécie. Somos regidos por esta lei natural, e sentimo-nos mal todas as vezes que percebemos desvios e transgressões.

A baleia que procura pela sua mãe, ou a mãe que abandonou  o seu bebê numa lata de lixo, são factos que testam a nossa capacidade de entendimento, ou o quanto estamos aptos a zelar pela leis que regem a natureza. O facto de se indignar, ou ao menos sentir compaixão, são sintomas vitais que além de apontar os nossos desvios, mostram que somos parte de um mundo muito mais amplo do que simplesmente o nosso universo de ocupações e preocupações.

Há os que lutam para salvar espécies em extinção, como há os que lutam por proteger crianças da violência de adultos. Ao contrário do que muitos dizem, a luta de todos tem a mesma importância na manutenção da lei natural que nos mantém vivos: o amor.

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publicado por miguel_sousa às 05:37
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Seja Feliz...

 

 

Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
– O teu marido faz-te feliz? Ele faz-te feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou o pescoço, demonstrando segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, a sua esposa respondeu com um “Não” bem redondo: – Não, ele não me faz feliz…

Neste momento, o marido, que já procurava a porta de saída mais próxima, ouviu quando ela completou a frase: – Ele não me FAZ feliz… Eu SOU feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim.

E continuou dizendo:

– Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida; pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente…

O ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, etc.

E assim poderia citar uma lista interminável. Às demais coisas eu chamo “experiências”. Esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas: amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Lembro-me de viver de modo eterno. Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas como esta: “Você é feliz no seu casamento?” ou “Você é feliz?”, gosto de responder com apenas uma frase, como se esta fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse a chave de toda a felicidade, de todo o matrimônio e de toda vida humana; gosto de responder com aquela velha e famosa frase que ainda não conseguimos compreender:

“A felicidade está centrada em mim”.

Há pessoas que dizem: “Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor…”

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém o(a) tenha machucado, mesmo que alguém não te ame ou não te dê o devido valor.

SEJA FELIZ. Sempre…

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publicado por miguel_sousa às 10:28
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Sementes

 

 

Um homem trabalhava numa fábrica distante cinquenta minutos de autocarro da sua casa. No ponto seguinte entrava uma senhora idosa que sempre se sentava junto à janela. Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora.

A cena sempre se repetia e um dia, curioso, o homem perguntou-lhe o que ela tanto jogava pela janela.
- Jogo sementes, respondeu ela.
- Sementes? Sementes de quê?
- De flores. É que eu olho para fora e acho que a estrada é tão vazia. Gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom!
- Mas as sementes caem no asfalto, responde o senhor, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos.
- A senhora acha mesmo que estas sementes vão germinar na beira da estrada?
- Com delicadeza ela responde, Acho meu filho! Mesmo que muitas se percam, algumas delas acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água…
- Ah, eu faço a minha parte, diz a senhora. Sempre há dias de chuva. E se alguém jogar as sementes, um dia as flores nascerão. Dizendo isso, virou-se para a janela aberta e recomeçou seu trabalho.

O homem desceu logo adiante, achando que a senhora já estava senil.

Algum tempo depois …

Um dia, no mesmo autocarro, o homem ao olhar para fora percebeu flores à beira da estrada. Muitas flores, a paisagem colorida, perfumada e linda! Lembrou-se então daquela senhora. Procurou-a em vão. Perguntou ao cobrador, que conhecia todos os usuários no percurso.
- O senhor viu aquela senhora que joga sementes pela janela?
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu há quase um mês.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela e pensou:
- “Quem diria, as flores brotaram mesmo. Mas de que adiantou o trabalho
dela? Morreu e não pode ver toda esta beleza”.

Nesse mesmo instante, ouviu risos de criança. No banco à frente, uma menina apontava pela janela toda entusiasmada:
- Mamã, olha, que lindo! Quantas flores pela estrada! Como se chamam  aquelas flores?

Então, o senhor entendeu o que aquela senhora havia feito. Mesmo não estando ali para ver, fez a sua parte, deixou a sua marca, a beleza para a contemplação e a felicidade das pessoas.

No dia seguinte, o homem entrou no autocarro, sentou-se junto à janela e  tirou um pacotinho de sementes do bolso. E assim, deu continuidade à vida, semeando o amor, a amizade, o entusiasmo e a alegria.

“O futuro depende das nossas acções no presente. E se semeamos boas
sementes, os frutos serão igualmente bons.”

Vamos semear as nossas sementes agora!

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publicado por miguel_sousa às 00:20
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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

Ser feliz é uma decisão

 

 

Uma senhora de 92 anos, delicada, bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, precisou se mudar para uma casa de repouso.

O seu marido havia falecido recentemente e a mudança fez-se necessária, pois ela era deficiente visual e não havia quem pudesse ampará-la em seu lar.

Uma neta dedicada a acompanhou.

Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, a enfermeira veio avisá-las que o quarto estava pronto.

Enquanto caminhavam, lentamente, até o elevador, a neta, que já havia vistoriado os aposentos, fez-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.

A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo: Eu adorei!

Mas a senhora nem viu o quarto… Observou a enfermeira.

Ela não a deixou continuar e acrescentou:

A felicidade é algo que você decide antes da hora. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados, e sim de como eu os arranjo em minha mente.

E eu já me decidi gostar dele…

E continuou: é uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo. Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia.

Cada dia é um presente, e meus olhos se abrem para o novo dia das memórias felizes que armazenei…

A velhice é como uma conta no banco, minha filha… De onde você só retira o que colocou antes.

A lição de uma pessoa idosa e sem a visão dos olhos físicos é de grande profundidade e contém ensinamentos valiosos.

E o primeiro deles é que a felicidade é uma decisão pessoal.

Depende mais da nossa disposição mental do que das circunstâncias que nos rodeiam.

Cada pessoa tem, na intimidade, o potencial de armazenar as belezas que deseja ver em sua tela mental, ainda que ao seu redor a paisagem seja deprimente.

Para isso é preciso construir um mundo de felicidade nesse banco de lembranças que Deus ofereceu a cada um de seus filhos.

E quando se constrói um mundo de paz e felicidade, portas à dentro da alma, é possível compartilhar essa realidade com aqueles que nos cercam.

Assim é que se não temos em nossa vida os enfeites que desejamos, arranjemos tudo isso em nossa mente. É uma forma de ver as coisas com olhar positivo e optimista.

Além disso, como toda a criação começa na mente, é bem possível que venhamos a concretizar esse sonho alimentado na alma.

Se você ainda não havia pensado nessa possibilidade, pense agora.

Comece, sem demora, a depositar felicidade na conta do banco das suas lembranças, para poder resgatar sempre que desejar.

Se você abrir a janela, pela manhã, e seus olhos físicos puderem ver apenas paisagens deprimentes, abra as janelas da alma e contemple um jardim em flor.

Respire fundo e sinta o perfume de jasmim, de rosas e cravos, ouça o canto dos pássaros que voam, ligeiros, pelo ar.

Perceba a brisa acariciando seu rosto, e curta a melodia dos grilos e cigarras que cantam para alegrar suas horas.

Decida ser feliz, ainda que seja uma felicidade que só você pode sentir. E lembre-se sempre: a felicidade não depende de como as coisas estão arranjadas, mas de como você as arranja na sua mente.

 

Aproveito para lhe desejar os parabéns D.Dina. Que conte muitos e bons. Aproveito também para lhe desejar um Feliz Natal junto daqueles que mais ama. Tudo de bom para si!

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publicado por miguel_sousa às 08:05
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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Olhar de amor...

 

 

Foi um choque para aquela jovem mãe quando recebeu o diagnóstico de cancro.
Sucederam-se os tratamentos e, naquele dia, após o internamento, quando ela voltava para casa, sentiu-se muito triste. Ela estava consciente da sua aparência. Estava sem cabelos, por causa da radioterapia.
Sentia-se desencorajada. O seu marido continuaria a amá-la? E o seu filho? Ele tinha apenas seis anos.

Quando chegou a casa, sentou-se na cozinha, pensando em como explicar ao seu filho porque estava tão feia.
Ele apareceu na porta e ficou olhando para ela, curioso. Quando ela iniciou o discurso que ensaiara para ajudá-lo a entender o que via, o menino aproximou-se e aconchegou-se no seu colo, quietinho, com a cabeça recostada no seu peito.

Ela acariciou a cabecinha do filho e disse: “você vai ver como daqui a pouco o meu cabelo vai crescer e eu vou ficar melhor, como era antes”.
O menino levantou-se, olhou para ela, pensativo. Depois, com a espontaneidade da sua infância, respondeu: “o seu cabelo está diferente, mãe. Mas o seu coração está igualzinho.”
A mãe não precisava mais esperar por daqui a pouco para melhorar. Com os olhos cheios de lágrimas, ela se deu conta de que já estava muito melhor.

O essencial é invisível aos olhos, dizia o pequeno príncipe, no livro de Antoine de Saint Exupéry. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência.

Por isto os casamentos em que o amor é o autêntico laço de união perdura, apesar dos anos transcorridos. Para quem têm olhos de amor, o olhar penetra além do corpo físico que perdeu um tanto do vigor e já não apresenta a exuberância plástica dos verdes anos.

Para esses, o amor amadurece a cada ano, solidificando-se a cada dificuldade enfrentada, a cada óbice superado, a cada batalha vencida.
Enquanto os cabelos vão sendo prateados pelo exímio pintor chamado tempo, e a artista plástica chamada idade vai colocando pequenos sinais na face, aqui e ali, o amor mais cresce.
O sentimento se engrandece à medida que o passo deixa de ser tão vigoroso e um se apoia no outro para descer os degraus, para subir uma escadaria.

A solidariedade torna-se mais intensa, enquanto a vista se embaça um pouco e o extraordinário computador que é o cérebro já não consegue fazer as corretas equações matemáticas, para aquilatar se dá ou não tempo para atravessar a rua. Uma mão segura a outra, muda, para afirmar: esperemos um pouco.

Envelhecer ao embalo do amor é maravilhoso. Desfrutar do aconchego um do outro é reconfortante.
Felizes os casais que envelhecem juntos. Felizes os filhos que sabem aproveitar da companhia generosa de pais e avós que o tempo alcançou.

De todos os momentos da vida os mais preciosos são os desfrutados com amor.
Quando as dificuldades se avolumam, os problemas crescem, os dias solitários chegam, é maravilhoso ter momentos de carinho para serem recordados.
Momentos que recebemos ou que ofertamos. Momentos que nos fizeram extremamente felizes. Momentos que, revividos, pelos fios invisíveis do pensamento, ainda nos reconfortam e aquecem o coração.
Por tudo isso, ame muito e permita-se amar por seus amores.

“Quanto maior a dificuldade, tanto maior é o mérito em superá-la.” (Henry Ward Beecher)

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publicado por miguel_sousa às 10:08
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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Castelo de areia

 

Num dia de verão, eu estava na praia, observando duas crianças brincando na areia. Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia com torres, passarelas e passagens internas.

Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro depois de tanto esforço e cuidado,

mas tive uma surpresa. Ao invés de chorar, correram para a praia, fugindo da água. E sorrindo, de mãos dadas, começaram a construir outro castelo…

 

Você leva muito tempo de sua vida construindo alguma coisa. Mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levou tanto tempo para construir.

Mas, quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar será capaz de sorrir!!!

Tudo é feito de areia; o que permanece, apenas, é o verdadeiro relacionamento  que você têm com as pessoas à sua volta.

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publicado por miguel_sousa às 11:14
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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Deixe brilhar a Alma

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Era uma vez um rei que tinha 4 esposas. Ele amava a 4a esposa demais e, por isso, vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor. Ele também amava muito sua 3a esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei. Ele também amava sua 2a esposa. Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela, para atravessar esses tempos de dificuldade. A 1a esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito Rico e Poderoso, ele e o reino. Mas ele não amava a 1a esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela. Um dia o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo. Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou: "É.... agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, eu ficarei sozinho....". Então ele perguntou a 4º esposa: - "Eu te amei tanto, querida. A cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu a amava, cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?" "De jeito nenhum!" respondeu a 4a esposa e saiu do quarto sem sequer olhar para trás. A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada. Tristemente, o rei então perguntou a 3a esposa: "Eu também a amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?" "Não!!", respondeu a 3a esposa. "A vida é boa demais!!!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo..." O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor. Ele perguntou, então, à 2a esposa: "Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?" "Sinto muito, mas desta vez, eu não posso fazer, o que você me pede!" Respondeu a 2a esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você. Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei e ele ficou arrasado. Então uma voz se fez ouvir: "Eu partirei com você e o seguirei por onde for." "O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1a esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida. Com o coração partido, o rei falou: "Eu deveria ter cuidado muito melhor de você, enquanto eu ainda podia." Na Verdade nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas. Nossa 4a esposa é o nosso corpo. Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito ele nos deixará quando morrermos. Nossa 3a esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, a nossa riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros. Nossa 2a esposa é nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar. E nossa 1a esposa é a nossa ALMA muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso ego. Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá connosco, não importa onde formos.

Então, Cultive... Fortaleça... Bendiga... Enobreça sua alma agora!! É o maior presente que você pode dar ao mundo...

Deixe-a Brilhar!!!

sinto-me: triste...
música: The Killers- Human

publicado por miguel_sousa às 10:51
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Retratos de um grande Amor Parte II

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Não preciso que me o digam. Em muitas coisas sou diferente. Sou especial. E como em tudo na vida, isso é bom e é mau ao mesmo tempo.

Sou, apesar de tudo, um tanto ou quanto introvertido. Recordo-me das dificuldades que tive para a convidar a primeira vez para sair. Era a festa de aniversário de uma ex-colega minha, num bar aqui em Quarteira. Perguntei-lhe se ela não queria ir lá ter. Ela respondeu que iria e perguntou-me como é que eu ia. Respondi-lhe que ia andando a pé, pois o bar não era longe. Pediu-me para espera um pouco que ia ao quarto trocar de roupa e dessa forma iria com ela. Até tremi. Lembro-me perfeitamente. Fiquei nervoso. Foi a primeira vez que saímos juntos. Passamos a noite a conversar, entre um cigarro e uma safari com cola ela e um cutty sark com água de castelo eu. Acabamos por ficar lá algumas horas e regressamos depois ao hotel, já "embalados". É claro que nada de mais aconteceu entre nós nessa noite.

Os dias foram passando e a minha admiração por ela aumentando. Fazia tudo para a ver sorrir, para a ver feliz. Sabia o quanto ela era pegada à familia, e o quanto estava a passar por estar sozinha aqui no Algarve. Logo nessa altura, prometi a mim mesmo que nunca nada lhe iria faltar.

O trabalho dela estava relacionado com o acompanhamento de pessoas de idade. Todas as semanas vinham grupos de várias zonas do país. Era frequente, uma vez por semana, irem ao Casino de Vilamoura a um jantar de gala com baile. Numa dessas primeiras noites, lembro-me de ela me ter vindo pedir para lhe fazer um nó numa gravata que ela iria usar nessa noite. É claro que eu disse que sim. O que não lhe disse, é que não sabia fazer nós de gravata (Apesar de no meu trabalho ter que usar gravata, pedia sempre a um colega meu para fazer o nó, e sempre que a tirava, tirava com o nó feito. No outro dia era só voltar a colocar). Fui imediatamente a correr para o computador, e pesquisando, lá consegui, a muito custo fazer o nó na gravata. Foi assim que eu aprendi a fazer nós. Dirigi-me ao seu quarto, bati à porta e entreguei-lhe a gravata. Ela agradeceu-me. Mais tarde, nessa mesma noite, combinamos encontrarmo-nos num bar na marina de vilamoura. Bar esse que dava pelo nome de El Salero e que actualmente já não existe. Confesso que sou um pouco pé de chumbo e que embora goste de dançar, não sou muito dotado para a dança. Foi nesse bar que pela primeira vez dançamos juntos, e que pela primeira vez na minha vida dançei uma kizomba. Lembro-me dos sorrisos, dos abraços, da dança ritmada pelo balanço dos corpos, e claro por algum alcool à mistura. Ela acabou por deixar o carro nesse bar, e atravessamos a maria de vilamoura a pé, até ao Black Jack, discoteca que fica no casino de Vilamoura..Pareciamos duas crianças naquele caminho até à discoteca. A correr, a rir, com ela a pular nas minhas cavalitas... Dançamos o resto da noite. No final, já com o sol a nascer regressamos ao hotel. Os "seus" velhotes já estavam levantados. Disfarçamos, entramos separados. Ela com um jornal debaixo do braço, dando a entender que tinha saido para ir comprar o jornal... Desconfio que não tenha conseguido enganá-los... :)

Mais uma vez nada se passou entre nós...  Admito que a vontade de a agarrar, de a beijar era mais que muita. Mas havia algo que me preocupava, Não parava de pensar que o final do estágio estava quase a chegar e que ela iria embora. E depois como seria? Conhecendo-me como me conheço, iria sofrer com um afastamento...

Os meses foram passando até que em meados de Dezembro chegou a hora de ela ir embora. Resolveu ficar mais alguns dias em casa de umas amigas em Boliqueime antes de ir para cima.

Na manhã em que ela deveria deixar o hotel, deixei-lhe rosas mais uma vez na porta do quarto e mais tarde antes dela sair, pedi à governanta para abrir a porta do seu quarto e deixei-lhe em cima da cama, um livro, a Praia do destino de Anita Shreve, uma caixa de bombons baccio e um poema...

Mais tarde nesse dia chorei... Foi um momento dificil... E não foi o único, pois muitas vezes chorei por ela. Chorei e continuo a chorar...

 

(CONTINUA)


sinto-me: triste...
música: Simply Red - Go Now

publicado por miguel_sousa às 10:10
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Retratos de um grande Amor

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Lembro-me como se fosse hoje...

Ela veio para o Algarve em Setembro de 2004 estagiar, após terminar o seu curso de Assistente Social.

Via-a pela primeira vez de costas no balcão da recepção.  Visto já saber anteriormente que era uma rapariga lá de cima, enquanto me dirigia a ela ia pensando para os meus botões: vamos lá ver se não sai uma manienta qualquer, uma espertalhona. Eu disse olá, ela virou-se e logo ali, houve algo que me chamou a atenção. Os olhos. Os seus lindos olhos verdes. Esticou a mão e apresentou-se. "Bateu-me" logo. A partir dai passei praticamente a viver no hotel. Nessa altura eu fazia horário nocturno, e entrava à meia-noite. Mas na grande maioria das vezes estava lá muito antes. Para a ver, para falar com ela..

Durante os quase 4 meses que lá esteve a estagiar, mantinha-mos longas conversas ao longo da noite. Foi crescendo ali uma amizade. Ficávamos sentados na sala, junto á lareira, em frente ao televisor, falando das nossas vidas, das nossas experiências...

Todos os dias de manhã, quando ela acordava, tinha debaixo da porta do seu quarto um poema que eu lhe escrevia... Fiz questão, antes de mais alguma coisa, de cimentar ali uma amizade. E foi isso que aconteceu. Ganhei ali uma amiga, uma grande amiga. Embora tivesse tido vontade de confessar os sentimentos que me iam no coração, não o fiz. Não quis vulgarizar uma coisa que começava a ser tão bonita.

Um dia, sem mais nem menos, sem ela estar à espera, fui chamá-la à entrada do restaurante e pedi-lhe para ela vir até à recepção. Eu tinha mandado vir um bouquet de rosas (31 ao todo). Mais tarde viria a dizer-lhe qual o motivo de serem 31 rosas. Era uma por cada ano em que não a conhecia e não tive oportunidade de lhe dar uma. Ela ficou surpreendida. Perguntou de quem eram. Respondi-lhe que eram minhas. Tocou-lhe. Notou-se nos olhar.

Soube meses mais tarde, que quando subiu ao quarto para deixar as rosas, chorou...

(CONTINUA)

sinto-me: triste...
música: Tim Maia & Gal Costa - Um Dia De Domingo

publicado por miguel_sousa às 11:03
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Não à nova escravatura

 

Numa altura da minha vida em que não me encontro bem, também tudo á minha volta parece estar mal.

O violento caminho que este governo está de forma autista a traçar e a impor aos trabalhadores e à maioria do povo português, tem que ser travado.

O cariz capitalista deste Governo dito socialista e a aplicação cega de politicas neoliberais estão a tornar a vida dos trabalhadores num inferno. Semelhantes situações verificaram-se noutras alturas passadas onde não existia nem liberdade, nem direitos.

É inconcebível que em pleno século XXI com todas as capacidades técnicas, cientificas e produtivas existentes haja milhares de desempregados, espoliados, pobres, famintos e excluídos do bem estar e da dignidade da vida.

No País há escandalosamente mais de meio milhão de desempregados, um milhão e 200 mil precários, cerca de 230 mil jovens no desemprego, uma carestia de vida insuportável, uma protecção na saúde deficiente, os salários mais baixos da UE e um ataque feroz aos direitos mais elementares dos trabalhadores. Não contente, este Governo, que não faz contas ao "número de indivíduos forçados à miséria, ao trabalho desproporcionado, à penúria absoluta para produzir um rico", teima em satisfazer a gula do capitalismo com um código de trabalho que: facilita os despedimentos sem justa causa; desregulamenta os horários de trabalho; reduz salários; subverte o direito do trabalhado: pretende destruir a contratação colective; legalizar a precariedade e ataca a liberdade de organização e acção sindical.

Este não é o caminho que nos abriu a Democracia e os direitos, liberdades e garantias na CRP.

sinto-me: triste...

publicado por miguel_sousa às 07:13
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Fechar os olhos...

 

Há muito tempo atrás, um casal de idosos que não tinha filhos, morava numa humilde casa feita de madeira. Tinham uma vida tranquila, alegre e amavam-se muito. Eram felizes.

Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava a trabalhar em casa. quando de repente a cozinha começou a arder e as chamas atingiram todo o seu corpo.

O marido acordou assustado com os gritos e vai á procura da mulher, quando a vê coberta de chamas e tenta imediatamente ajudá-la. O fogo atinge também os seus braços, mas consegue apagá-lo. Quando os bombeiros chegaram já não havia muito da casa.

Rapidamente levaram o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave. Após algum tempo o homem, que tinha sido menos atingido pelo fogo saiu da Unidade de Queimados e foi ao encontro da sua amada. A sua esposa toda queimada, pensava que não a veria mais, pois o fogo tinha queimado a sua cara, tendo ficado desfigurada.

Chegado ao quarto a senhora perguntou ao marido:

-Está tudo bem meu amor?

-Sim, respondeu ele. Pena que o fogo tenha atingido os meus olhos e agora já não voltarei a ver. Mas tem calma meu amor que a tua beleza está gravada no meu coração para sempre.

Então, triste pelo seu esposo, ela disse:

-Deus viu tudo o que aconteceu ao meu marido e tirou-lhe a visão para que ele não veja o meu rosto todo deformado pelas chamas.

Passado algum tempo e já ambos recuperados, voltaram para uma casa nova, onde ela fazia tudo para o seu querido esposo, e ele todos os dias lhe dizia:

-Eu amo-te.

E assim, viveram vinte anos até que ela faleceu. No dia do seu enterro, quando todos se despediam, veio o marido, sem os óculos escuros e com a bengala na mão. Chegou perto do caixão, beijou a cara, acariciou a sua amada e num tom apaixonado disse:

-Como és linda meu amor. Eu amo-te!

Ouvindo e vendo aquela cena, um amigo que estava ao lado, perguntou se o que tinha acontecido era um milagre, e olhando para os olhos dele, o velhinho apenas disse:

-Nunca estive cego. Apenas fingia, pois quando a vi toda queimada sabia que iria ser duro para ela continuar a viver assim daquela maneira. Foram vinte anos a viver felizes e apaixonados.

 

Na vida todos temos de provar que amamos! muitas vezes se torna difícil. E para sermos felizes, temos de fechar os olhos para muitas coisas, mas o importante é que se faça única e intensamente tudo com AMOR!

sinto-me: triste...
música: Funeral - Pontos negros
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publicado por miguel_sousa às 17:55
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Dias Complicados Parte III

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

Por aqui vou continuando a antever o que está por vir.

Mais uma etapa, desta vez a mais dificil...

Dia 26 de Dezembro, dia de aniversário da mulher que amo. Aquela que muito me ensinou. Aquela que muito fez por mim. Aquela que esteve presente nos melhores momentos da minha vida. Aquela que considero a Melhor Mulher do Mundo. Linda por fora, mas mais importante, mais linda ainda por dentro.

Apareceu na minha vida como se de um anjo se tratasse, na altura em que eu mais precisava. Conhecia-a no hotel onde trabalhei durante mais de 9 anos.

Nunca tinha conhecido ninguém assim. Sabem quando nós falamos na nossa Alma Gêmea? Ela para mim é isso mesmo. Completa-me. Poucos ao longo da vida tem a sorte de encontrar a sua. Eu tive essa sorte. Infelizmente nem tudo é perfeito.

Tivemos uma história de amor de que poucos se podem gabar de ter tido.

Lembras-te do que eu te disse um dia Princesa?

Sem te sentir feliz não posso estar bem, não posso sentir a alegria ao desfrutar das coisas da vida. Se não sentir que te trago alegria a cada momento que estamos juntos, ou separados, não vale a pena o sol continuar a brilhar...

Quero o melhor para ti, o melhor que o mundo tiver para te oferecer.

Da minha parte sempre tentei dar-te tudo o que tinha. Oferecer-te o melhor que há em mim...

Sempre foi bom poder partilhar tudo contigo...com amor, com carinho...

Lamento não ter sido capaz de ter sido sempre perfeito...

Desculpa por tudo...

Desculpa por te ter conhecido e ficado feliz ao ouvir a tua voz pela primeira vez. Desculpa por me ter identificado contigo e por te entender. Desculpa por querer estar sempre presente na tua vida e querer participar no teu dia-a-dia. Desculpa por querer impor os meus pensamentos para te incentivar. Desculpa  por querer dar-te o meu ombro amigo e não perceber que te sufocava com as minhas preocupações. Desculpa por sofrer junto contigo. Desculpa por te telefonar, sem imaginar que te incomodaria. Desculpa por gostar dos teus beijos. Desculpa por me sentir feliz ao teu lado e por achar que também te estava fazendo feliz. Desculpa por não corresponder às tuas expectativas. Desculpa por não ser o homem que tu sonhavas. Desculpa se de alguma forma te fiz ou ainda faço sofrer. Desculpa por sonhar um sonho que era só meu. Mas desculpa-me mais ainda por te amar demais.

Não quero nem pensar como vai ser o dia 26 de Dezembro.

Habituei-me nos ultimos 4 anos a ser a primeira pesssoa a desejar-te um Feliz Natal e a dar-te os parabéns no teu dia de anos. A minha tristeza é tão grande que este ano nem tive coragem de fazer a árvore de natal. Sempre a fizémos juntos. Era um momento único, especial...

Enfim... Não está fácil esta minha vida... Dias complicados se avizinham... Mas de uma coisa eu tenho a certeza... do meu amor por ti! Amo@te ainda mais hoje que no inicio. És tudo para mim!!!

 

Nos próximos dias irei começar a publicar aquela que foi a nossa história de amor. Sei que ainda te lembras bem de tudo, mas apetece-me recordar. Sinto a necessidade de desabafar. De falar com alguém. Como não tenho ninguém, vou fazê-lo por aqui. Dei-lhe o titulo de Retratos de um grande Amor.

 

 

 

sinto-me: triste...
música: Doce Solidão - Marcelo Camelo

publicado por miguel_sousa às 10:58
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Dias Complicados Parte II

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

É verdade que o natal na minha vida, só teve verdadeiramente significado nos ultimos 4 anos. Passei a dar mais importãncia a partir do momento em que tive ao meu lado uma mulher que me ensinou, entre muitas outras coisas, o que é ter uma familia. Sim, uma familia. O Natal para mim é isso. A festa da familia.

Ainda os meus queridos avós, por quem fui criado eram vivos, e já os meus Natais eram passados no meu quarto, sozinho. A ler, a escrever, a ouvir musica, a ver televisão, a jogar playstation... Sempre senti falta do mais importante.

A única coisa em que ainda hoje acredito, apesar de tudo, é no Pai Natal. Não no senhor das longas barbas brancas e do fato vermelho, sentado no seu trenó puxado pelas renas, distribuindo os seus presentes. isto não passa de uma acção de marketing de uma bem conhecida marca de refrigererantes mundial. Acredito sim, no que ele simboliza e no que representa.

Este natal não vai ser fácil. Ainda por cima, como já referi no post anterior, antecipado e precedido de dois dias com um grande significado para mim. Sei que vou passar um mau bocado. Até estou com receio do período que vou atravessar.

Dia 24 de dezembro faz anos uma senhora que nos ultimos 7/8 anos foi para mim quase uma mãe. Aliás, se tivesse que a comparar com aquela que me deu à luz, então teria de dizer que fez por mim o que a outra nunca fez (até porque a outra nunca fez nada). tenho tido umas saudades imensas das nossas conversas, das suas palavras de incentivo, do seu apoio. Confesso, e ela sabe, que às vezes, considerava as conversas inoportunas. Cheguei por vezes até a responder de maneiras um pouco mais bruscas, o que fazia com que ela à vezes se sentisse magoada. mas não o fazia por mal. Fazia-o devido à situação, ao momento, ao local onde me encontrava, ao meu estado de espirito. Eu tenho esse defeito. Por vezes exalto-me demais, e claro, sempre com aquelas pessoas que estão mais proximas de mim. muitas vezes ela também interpretava as minhas palavras à sua maneira, criando problemas onde na realidade eles não existiam.

Nunca acreditei muito nessas coisas dos signos. Mas desde que conheci estas duas mulheres ( a que falo aqui e a outra, a mulher que amo) fui obrigado a pensar de maneira diferente. Com uma diferença de idades tão grande, mas tão parecidas em tantas coisas.

Tenho saudades das nossas conversas.

Foi ela a responsável por eu ter descoberto o gosto pela pintura. Infelizmente até para isso ultimamente não tenho tido vontade. Perdi o gosto e a vontade por quase tudo.

Algumas vezes resmungava dos seus constantes telefonemas. Mas habituei-me. E hoje sinto muito a sua falta. Posso viver mais 100 anos que de uma coisa tenho a certeza. Nunca a irei esquecer. nem tudo quanto fez por mim.

Ultimamente não temos falado muito. Eu também tenho evitado. cada vez que falo com ela acabo sempre por chorar.

Para ela aqui ficam os meus agradecimentos por tudo. Estará sempre no meu coração.

A música em cima é-lhe dedicada.


 

(CONTINUA)

sinto-me: continuo em baixo...
música: tom jones - delilah

publicado por miguel_sousa às 21:06
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Dias complicados...

 


 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Estes últimos meses não tem sido nada fáceis...

 

De um momento para o outro a minha vida ruiu totalmente.

 

Até Março deste ano, poderia dizer que era um homem feliz, se é que existe o conceito de felicidade. Mas a partir dai tudo começou a desmoronar como um castelo de cartas.

 

Perdi a mulher que ainda amo, perdi algumas pessoas que julgava serem amigos, perdi o emprego, perdi a vontade de viver, perdi tudo...

 

Em relação ao emprego, ainda não compreendo muito o que se passou. Foi precisamente na altura em eu mais precisava de ajuda, após o termino da minha relação, que algumas pessoas, entre elas o meu ex-patrão, em vez de me darem a mão para ajudar, não. Pelo contrário. Colocaram o pé em cima para enterrar ainda mais.

 

Trabalhei mais de 9 anos naquela empresa. Cheguei a ir trabalhar com entorses, de muletas, com dedos da mão partidos. Nunca em todos esses anos meti uma baixa médica. Contam-se pelos dedos de uma só mão, as vezes que só por motivos de força maior não fui trabalhar.

 

No que diz respeito aos colegas pouquissimas foram as vezes em que me pediram algo em troca e eu não estive disponivel. De que me serviu? De nada...Foram esses mesmos colegas que agoram e na altura me acusam de que eu não andava bem. Que resmungava por tudo e por nada, até mesmo com alguns clientes. Que me acusaram na cara, de que após a minha separação nunca mais fui o mesmo. Não o nego. Foram momentos dificeis.

 

Mas aquilo que me custou mais, foi em relação ao meu ex-patrão. Eu até aceito e compreendo que ele tenha sido obrigado a esta decisão por causa de um filho mimado, invejoso e ciúmento, que ao longo de vários anos tudo fez para que eu fosse mandado embora. A minha relação com o resto da familia sempre foi bastante boa e ele nunca gostou muito disso. Tinha ciumes de eu passar longas horas falando com a minha ex-patroa (sua mãe) e de ser sempre defendido quer pelo pai quer pela mãe quer até pela irmã. Em relação à sua mãe, é uma pessoa que sempre me ajudou e que gosto bastante.

 

O meu ex-patrão é uma pessoa que apesar de tudo ainda admiro bastante. É daquelas pessoas que tem sempre uma palavra a dar sobre qualquer assunto. Está sempre informado seja daquilo que fôr. Além disso é um excelente contador de histórias. Passávamos horas com ele relatando histórias por que passou ao longo da sua vida. Tinha przer nisso. É uma pesssoa lutadora, que em novo, chegou a abandonar o país, indo para o estrangeiro à procura de uma vida melhor. Sabe o que custou a vida. É humilde. É humano. Antes de ser patrão foi empregado.

 

Por isso estranho a sua atitude para comigo.

 

Sai daquela empresa sem ser compensado financeiramente pelos mais de 9 anos que lá trabalhei. Poderia ter lutado, ir ao sindicato, ir para tribunal de trabalho, meter advogados. teria sempre a razão do meu lado e não perderia nenhum dos meus direitos. Mas não andava bem psicológicamente e optei por não o fazer. para não não arranjar mais problemas.

 

E é por isso que eu digo. Ele até poderia ter sido obrigado a fazer o que fiz, mas tinha o dever pelo menos moral de me pagar aquilo que era meu por direito. Não o fez. Saí daquela empresa sem nada. Foi um tempo da minha vida que passou. Fiquei desiludido com ele. Admirava-o e ainda ainda admiro. Acho que não ficou mais rico com essa atitude, mas seguramente para além de uma má acção eu fiquei mais pobre. Não lhe guardo qualquer tipo de rancor. Não sou vingativo. Não gosto de falar mal de ninguém. Posso dizer que em todos estes anos de trabalho nunca falei mal de nenhum dos meus colegas. E soube por vezes, que alguns deles falavam mal de mim. Nunca me importei. Alguns tinha inveja da excelente relação que tinha com os patrões e com a filha. Diziam que era graxa. Nunca o foi. Eu quando gosto de alguém e quando penso que gostam de mim, sou possuidor, tal como diz o mestro António Vitorino d'Almeida, de uma maizade canina.

 

Enfim...

 

Aproximam-se dias complicados. 24, 25 e 26 de Dezembro. 25 porque é natal, pois claro, e porque foi por esta data que perdi primeiro o meu avô e depois a minha avó. Por eles fui criado e eles foram os meus verdadeiros pais.

 

A minha verdadeira mãe se passar por ela na rua não a conheço. O meu pai, nunca soube o que foi ser pai e dificilmente poderei contar com ele. Estou reduzido a uma tia, ao mesmo tempo madrinha que em abono da verdade, não faz mais por mim porque não pode.

 

24 e 26 por serem datas de aniversário das pessoas que mais me ajudaram nos últimos anos, de quem neste momento estou afastado e de quem tenho bastantes saudades.

 

Estou triste... estou sozinho...

 

Vão ser dias complicados...

 

É melhor nem pensar...

 

ESTOU A PRECISAR DE UM SIMPLES ABRAÇO...

DE UM BEIJO...

DE UM CARINHO...

 

(CONT.)

sinto-me: Bastante em baixo...
música: pela luz dos olhos teus, miucha e antónio carlos jobim

publicado por miguel_sousa às 09:30
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Domingo, 30 de Novembro de 2008

O Amor é um convite...

 

 

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE
 
 
 
O amor é a razão de ser do ser humano, a que lhe dá sentido.
Um ser que sonha, que ama e que não pode viver sem sonhar nem amar está preparado para as mais terríveis provações, adapta-se a tudo, mas não pode viver sem sentido. Todos os dias oiço histórias de amor. Belas, belíssimas histórias, inscritas nas estrelas que brilham no céu dos amantes.
Têm desejo, fantasia, canções que tocam na rádio só para eles, cheiram a mar, a flores, a roupa lavada, têm frases de livros, brincadeiras e tolices, mistérios e segredos, cortesia e abandono, beijos roubados, suspiros e lágrimas...
Histórias que têm alegria e dor, esquecem o tempo, perdem-se no espaço, erguem muros, derrubam barreiras, vivem de esperança, ganham batalhas, desenham corações, há piscar de olhos, cumplicidade, hormonas aos gritos, companheirismo, bombons, nostalgia, conflito e intimidade, perdas e lutos, feridas...
Mas também há espaço para o ressentimento, para a mágoa, a loucura, a saudade, abraços e confiança, mensagens escritas, conversas informatizadas, velas, novelas mexicanas, filmes candidatos a Óscar, romances impossíveis, gostos, desgostos, silêncio, conforto, vazio, tolerância... A esses, juntam-se ainda inocência, incoerência, pele, aconchego, meiguice, riso, tragédia, galantearia, inversão de papéis, mudanças bruscas ou lentas e, amor, têm de tudo as histórias de amor que me contam. Daqui a 100 anos, imagino- as assim, cheias de tudo e cheias de amor.
Nada pára a modernidade, poderemos andar em carros voadores, viver em estações espaciais, informatizar a vida de lés a lés, mas os seres humanos serão sempre seres que sonham e que amam. Em tempos escrevi que o amor é um convite, convida sem planos nem manhas.
Um convite destes não se declina. Nem hoje, nem daqui a 100 anos.
Não achas?


 

QUANDO PARTISTE O MEU SORRISO FOI CONTIGO...

NÃO DESEJO ISTO NEM AO MEU PIOR INIMIGO...
NINGUÉM DEVIA SER OBRIGADO A SOFRER POR AMOR...
ENSINASTE-ME TUDO...
TENHO SAUDADES TUAS...
NÃO SEI VIVER SEM TI...
sinto-me: TRISTE
música: SOMETIMES A LITTLE SOMETIME - SQUEZZE THIS PLEASE

publicado por miguel_sousa às 12:37
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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Aprendendo...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

 

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. Aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas.
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos a construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que paciência requer muita prática. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito a estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás, em algum momento, condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes.
E, finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que volta para trás.
PORTANTO, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E percebes que realmente podes suportar... E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da Vida!
E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!
É facil passar tudo para o papel, o difícil é fazer...
E o pior é que eu tenho medo... tenho medo que me esqueças... tenho medo que esqueças tudo o que foi bom...

Amo@te muito

sinto-me: tristonho...
música: My Angel Gabriel - Lamb

publicado por miguel_sousa às 11:37
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Se a vida fosse assim tão simples...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

Se a vida fosse assim tão simples como nos querem fazer ver, talvez não chorasse-mos tantas vezes as lágrimas que não queremos chorar, talvez nos risse-mos mais...
Se a vida fosse como a pintam, eu não via tudo cinzento por onde passo, por onde deambulo, vagueio, arrastando o fardo que é o meu corpo cada vez mais débil e mais torturado pelos cortes que faço sempre que abro os olhos e vejo a luz do dia a entrar pelo janela do meu quarto, que está sempre vazio, que tem uma cama e uma luz que insiste em entrar diariamente sem pedir autorização...
Se a vida fosse vida... Se não tivesse tantos "ses"...
Ao abrir a janela sinto-me cair no espaço que não me pertence.
Sinto-me invadido por forças que não são minhas, que me empurram na direcção de falésias...
Não reconheço este espaço e choro lágrimas que insistem em sair dos meus olhos castanhos cada vez mais vermelhos...

Ai, se a vida fosse assim tão simples...
 

sinto-me: murchinho...

publicado por miguel_sousa às 11:08
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O meu caderno preto...

 

 

Sentado num canto escuro de uma sala gélida de vida procuras uma forma de sair, de romper com a tua solidão, de encontrares uma das partes que faltam à tua alma...
Na tua mão um caderno preto, um pequeno caderno para todos os teus sentimentos, ambições e prazeres. Um caderno, o caderno da tua vida, da tua insignificante vida. E escreves, escreves freneticamente numa folha que para todos os que te rodeiam é vazia.
Procuraste evitar o destino que todos te apontaram... seria tão mais fácil ser mais um zombie e ver a vida como algo de maravilhoso, sentir o tempo flutuar, ser só mais um e aguentar um sorriso...
Onde tudo começou?! Se calhar já nasceste assim, o fado pintou a tua vida de negro e tu aceitaste, aceitaste porque não vale a pena viver de outra forma. A dor que tu nunca sentiste aproximar porque teve sempre contigo, hoje esmaga o teu ser, hoje mais do que noutros dias, esta noite mais do que noutras noites, neste momento mais do que em todos os momentos por ti já vividos.
E escreves, pintas palavras que te fazem sentido, contas sonhos e desgostos, contas a tua dor e a alegria com que nunca te deliciaste, falas dos outros e de ti, pintas sorrisos e raivas... Escreves, mas não é para ti.. queres que os outros também vejam o teu negro, queres que eles tomem a tua dor e sobrevivam com ela, queres abrir a porta do teu mundo.. o teu mundo...
Agora mais do que em qualquer outro momento o teu coração aperta... a dor é demais para ti. Para quê viver neste momento?! Para quê esperar pela sua degradação, para quê esperar por outro momento?!
Largas o teu caderno... percebes que as palavras nada dirão a outros, apenas a ti.
O momento está a passar e a seguir virá outro pior, outro calafrio na espinha, outra dor no coração, outro nó na garganta, mais raiva! Esperas.. procuras mais dor e ao a sentires abres a primeira ferida, cai uma lágrima.. de raiva, de dor, de prazer?!
Momento após momentos, ferida após ferida tentas matar a tua dor, tentas acabar com a tua existência, tentas apagar-te!
Olhas uma última vez para a sala gélida, para o teu canto escuro, para o teu caderno de palavras... o teu caderno de vida... e num último esforço fecha-lo!

 

sinto-me: Nem eu sei...

publicado por miguel_sousa às 03:45
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Hoje, continuo só...

 

 

Um pensamento iniciou-se no fundo do meu ser e transformou-se num arrepio que percorreu o meu corpo todo, era um toque gélido e vazio que me causava tal sensação... a início era um gesto leve, e como que por magia, eu deixei-o apoderar-se de mim e tornou-se avassalador...
O pânico não demorou muito a aparecer... o coração aperta, o pescoço parece inchar, falta-me o ar e, como se de um gesto simples se tratasse, os meus olhos enchem-se de lágrimas.
Enquanto o calor da água aquece o meu rosto, olho à minha volta... tudo em mim mudou, mas o céu continua escuro e a cama fria.. certifico-me que ninguém me ouve e segredo, com uma ânsia libertadora : "Hoje, continuo só!"

sinto-me: cansado...

publicado por miguel_sousa às 02:41
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Lágrimas de esperança...

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

Lágrimas de esperança.Todos nós choramos.Uns mais que outros mas não é isso que nos torna mais ou menos que outras pessoas. É a textura das nossas lágrimas que diz quem nós somos. Eu choro muitas vezes. Mas numa noite de inspiração resolvi transformar, pelo menos na minha mente, a textura das minhas lágrimas outrora encaradas de dor, para esperança. Quando choro, choro por amor, dor ou frustração. Por vezes até alegria. Mas a esperança está lá. Eu sinto-a. Move-se dentro de mim, sussura-me imagens na minha mente, imagens essas de um mundo ou vida melhores. É um ideal que, lentamente, fui assimilando em tempos não muito idos. Não quero perder a esperança... Nem que para isso, as lágrimas tenham que continuar a rolar pelo meu rosto...lágrimas de esperança...

sinto-me: Uma estrela...cadente

publicado por miguel_sousa às 17:05
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Espero...

 

 

É angústia. Veio de pantufas como um lince se aproxima da sua presa. Não reparei a tempo e ela atacou-me e fincou as suas garras fundo na minha garganta. Esta melancolia e apatia começam a revelar o que está por baixo disto. A impressão do estômago assemelha-se a algumas que já tive... noutras angústias. Estou mesmo muito desamparado. Preciso que me segurem, que me dêem a mão e que me aceitem como sou, sem preconceitos. Mas isso não vai acontecer, porque o amparo que eu preciso é outro, um pouco mais distinto da amizade.
E choro. A minha solidão e isolamento revelam-se pelas minhas lágrimas de profunda dor, que, têm vindo a emergir ao longo das últimas semanas. Como é que eu não reparei? Ando com a mesma impressão no estômago á 3 dias seguidos, começo a sentir-me mal disposto fisicamente. Estou a saturar. Não sou de ferro, começo a fraquejar, quando ouço as belas histórias que eu não consigo ter. Ai, como eu invejo os felizes. A sua felicidade é a causa da minha miséria.

E fecho-me. Em mim, no aglomerado de mágoa que é a minha alma, no meu ser, na minha mente e minhas filosofias. Tento abafar o que estou a sentir, mas torna-se difícil. Muito mesmo. Ando afastado de tudo, das conversas com os meus amigos, das minhas saídas. Salvo algumas e raras excepções começo a não ter paciência para muito mais. Odeio sentir-me assim, estou a ser possuído por um sentimento do qual tenho um medo incrível. Tanto pode durar dias, como meses ou anos. Estou a cair num poço sem fundo.
E penso. No passado, no presente e no futuro. No que foi , no que é e no que será! Mas as conclusões escasseiam... sinto-me tão só...

E espero. Espero... muito.

sinto-me: Em baixo...

publicado por miguel_sousa às 08:57
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Quero conseguir...Vou conseguir...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

 

Quero conseguir!
Quero sorrir de novo, sonhar, acreditar em mim! Sei que sou capaz!
Vou aprender de novo a viver.
Quero te agradecer… fizeste e vais fazer sempre parte da minha vida, embora não seja da forma como um dia sonhei…
Contigo aprendi algumas coisas. Importantes? O tempo o dirá…
Mas sobretudo aprendi a não me esquecer de mim… a não me desvalorizar perante outra pessoa...
Aprendi a gostar mais de mim…aprendi que não preciso de ti nem de ninguém para ser feliz, para me sentir realizado, para me sentir alguém.
Sei aquilo que sou, aquilo que quero e vou ser!!!
Provavelmente não te vou ter a meu lado… fico triste… mas o mundo não vai acabar por isso.
Quem sabe um dia...
Quem sabe um dia acordes e te dês conta do que estás a perder...
Quem sabe um dia acordes e percebas o que perdeste...
Quem sabe um dia eu já não te queira mais ao meu lado...
Quem sabe se esse dia já chegou?
As dúvidas começam a desaparecer, a deixar de me atormentar…
Sei que elas existem e aceito que assim seja…
Sei que vai doer mais agora… mas aos poucos tudo vai ficar bem!
Tenho que acreditar que sim!
Obrigada amigos… Não sei o que teria sido de mim sem o vosso apoio, compreensão, dedicação, amizade… sem o vosso amor!!!
Vou fazer com que sintam orgulho de mim!
Prometo que o meu sorriso vai aparecer de novo!
sinto-me: a precisar de um cafézinho...

publicado por miguel_sousa às 05:05
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Será mesmo assim?

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

 

Hoje disseram-me que todos fomos feitos para amar… E que amamos de formas diferentes.
Será mesmo assim?!
Eu acho que fui feito para amar… mas não para ser correspondido!
Estou cansado de esperar, lutar e não ganhar a batalha… Estou cansado de ver todos à minha volta felizes, com algum projecto e eu continuar na mesma… estagnado…!
Fico triste e revoltado… Sinto uma sensação de injustiça.
Nem sempre é assim, há dias em que nem me lembro do que gostava de ter, há dias em que não procuro aquilo que quero… Mas outros, são uma busca constante…
É como se tivesse uma ferida mal cicatrizada que teima em abrir em dias cinzentos…
Estou cansado de ter dias assim… Estou farto de sonhar e de acordar…
Sei que mereço… Então porque não recebo?!
Não consigo encontrar respostas, justificações…
Sei que um dia vai chegar… mas quando? Não sei ser mais paciente…
Tenho pressa de ser feliz, de amar, de viver…
E tu princesa? Será que também sentes o mesmo?
:'(
BBB
(Só para ti)
sinto-me: Adoentado...

publicado por miguel_sousa às 17:03
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Será mesmo que há sempre alguém?

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

Há sempre um lugar para quem tem esperança, um lugar mágico e secreto onde ninguém nos alcança, ninguém nos encontra, ninguém nos ameaça, um lugar a salvo para recorrer quando nada bate certo e se anseia pelo abraço de um amigo...

Há momentos em que a esperança de nada adianta, nada parece fazer sentido...

Há sempre alguém que tem uma palavra amiga, um gesto que nos dá alento... Há sempre alguém que nos dá a mão, um abraço, alguém que nos ampara, que nos consola, que nos anima, que nos faz sorrir, que nos ama...

Há sempre alguém que se sente sozinho, que não tem um lugar a salvo, a precisar de um abraço...

Eu um dia... já fui esse alguém que esteve sempre lá...por alguém...

Hoje nada resta...

...hoje precisava eu desse alguém...


publicado por miguel_sousa às 20:20
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Caminhos incertos...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

Durante toda a vida somos forçados a seguir determinados rumos, caminhos...que por vezes não sabemos bem onde irão dar... Caminhos enigmáticos, misteriosos...incertos e desconhecidos... Por vezes optamos por aqueles que achamos mais fáceis, mais seguros...e fugimos aos mais tumultuosos, com pedras no percurso... Porque é que insistimos em fugir daquilo que queremos sem lutar? Talvez por ser mais cómodo, mais seguro... Assim não corremos o risco da desilusão, de mais sofrimento... Fugimos daquilo que nos assusta, daquilo que queremos realmente alcançar porque temos constantemente medo do fracasso, do insucesso... Somos cobardes... Preferimos o que é cómodo... em vez de corrermos riscos...e depois quando vemos aquilo que perdemos, já não adianta...

Grande mistério que é a vida...

:'(

BBB

(Só para ti)

sinto-me: Murchinho...

publicado por miguel_sousa às 18:00
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Não sei...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Não sei com que palavras descrever este estado de espírito actual, inconcreto e indefinido.
Não sei com que tonalidades pintá-lo ou com que formas reproduzi-lo.
Não sei com que vestes revesti-lo ou em que subterfúgios escondê-lo.
O tudo será sempre nada para o tanto que poderia ser.
O mais será sempre menos para o tanto que deveria ser.
Estamos sozinhos, perdidos no meio do nada, à espera que algo aconteça. Mas por nós apenas resvala um tempo que vai imprimindo folhas soltas de uma história antiga e desconexa. Um tempo que já não traz o perdão necessário. O mesmo tempo que insiste em presentear-nos com o vazio do tanto que haveria por preencher. O mesmo tempo que nos oferece a finitude do infinito que nunca chegaremos a conhecer.
São hoje tuas as horas mortas que se passeiam no meu jardim. Reconheci-te, não nas palavras ditas ou nos gestos reformulados, mas no que deixaste por dizer ou por fazer. Nos teus passos pesados encontro a metade de mim que ficou presa ao teu chão, mas também um querer de liberdade que me devolveu à outra medade.
E enquanto corro para as sombras que me mortificam, com a imposição do teu ser, e enquanto me vou refazendo no novo alento que se adivinha pelos cantos da minha casa, trazido num ou noutro cântico de compleição, simplesmente não sei...
Não sei como traduzir este estado de espírito actual, sempre presente e infernal...

sinto-me: perdido...triste...sozinho...

publicado por miguel_sousa às 04:10
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Domingo, 4 de Maio de 2008

Quero ser tudo...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

Quero dividir contigo, tudo o que a vida me trás e tudo o que a vida me leva

Quero ser o teu cobertor, em noites gélidas

Quero ser o teu guarda-chuva em dias molhados

Quero ser a toalha que te enxagua as gotas de chuva que cobrem o teu corpo

Quero ser o teu sorriso que embeleza a tua alma

Quero ser a tua lágrima, que carinhosamente, percorre a tua face

Quero ser a tua companhia enquanto aprecias, sozinha, as estrelas que revestem o manto azul da noite...

Quero ser aquela pessoa em que pensas

Mas como querer não é poder...

Resta-me sonhar que sou importante para ti...

TENHO SAUDADES TUAL PRINCESA...

AMO@TE MUITO!!!

BBB

(SÓ PARA TI)

:'(

sinto-me: Aborrecido com a vida...

publicado por miguel_sousa às 16:41
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Hoje queria estar contigo...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Hoje eu queria estar contigo.

Ser invisível e assim poder estar ao teu lado.

Quando sentisses uma carícia na tua mão, seria a minha.

Quando sentisses um toque na testa, seria um beijo meu, muito doce.

Quando te encostasses para trás,

seria no meu ombro que te encostarias.
Espero que me sintas.

A dar-te a mão,

a beijar-te a testa,

a abrir os braços

para te poderes encostar no meu ombro.

Hoje queria estar contigo...

...para todo o sempre...

BBB

(Só para ti)

:'(

sinto-me: Em baixo...

publicado por miguel_sousa às 16:18
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Sábado, 3 de Maio de 2008

Vai-te embora AMOR...

 

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

 

Vai-te embora!

Deixa-me encontrar o meu caminho, deixa-me viver

Sem dor, sem incertezas

Vai e nem sequer olhes para trás...Nem penses em voltar

Vai...Sim, tu!

E leva esta dor contigo

Esta dor que dissolve o meu peito em tristeza

Vai e leva as recordações, os olhares, os gestos, tudo...

Tudo o que pertence ao passado...Tudo o que se foi...

Vai-te embora, Amor!

Leva o aroma do corpo dela que me embala até adormecer,

Leva os sonhos que sonhei com ela e que nunca se poderão realizar,

Leva os meus projectos...Projectos de um futuro que pensei ser verdadeiro, mas no final só foram projectos fracassados...

Leva as incertezas, Amor...Leva-as contigo!

Pois do que eu preciso são certezas, pois do que preciso são respostas...Respostas verdadeiras...

Não posso continuar assim perdido...Por tua causa, Amor! Não posso continuar a pensar que ela me ama e, na realidade é o contrário...Não posso continuar a pensar que ela não me ama, quando na verdade me ama com toda a sua alma...Leva estas incertezas!

Vai-te embora, Amor e por enquanto, não voltes mais!

sinto-me: perdido...

publicado por miguel_sousa às 19:48
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Fechar os olhos...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

 

 

Fechar os olhos...
Neste momento, apenas queria fechar os olhos...
Queria poder ver-te...
Tocar-te...
Abraçar-te...
Gostava de estar ao teu lado...
Mas não posso...
Vou então imaginar... Sonhar...
Basta fechar os olhos...
Nesta noite...
Da janela do meu quarto, vejo as poucas estrelas que iluminam a noite...
Sinto-me cansado... O dia foi muito cansativo e sem novidades...
Gosto de ficar deitado e olhar a chegada da noite que vem de outros lados...
Gosto de ficar deslumbrado com a dança das estrelas e nesse encanto, deixo-me perder na vastidão dos sonhos, onde a noite me oferece o eco das tuas palavras...
Cada minuto sem ti parece um século de solidão...
Estou sozinho e a noite está cheia de sonhos e sugestões...
Fecho os olhos para conseguir ver o que minha mente desenha, o que minha alma sente.
E assim adormecerei… Envolto em sonhos e nesses sonhos me farei lua… Salpicada de milhões de estrelas que a cada piscar... Dirão o quanto te amo…
Sonhar para esquecer a realidade
Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, para me abraçar, para me ouvir, para me amar...
Quero poder fechar os meus olhos e imaginar alguém... E...
Poder ter a certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que sente a minha falta quando não estou por perto.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Mas...
Penso que esse alguém existe...
Porém… Penso que esse alguém já me solicitou que crescesse...
Penso que esse alguém se esqueceu que adoro ser como sou, que pretendo perpétuar a minha ingenuidade de menino...
Penso que esse alguém se esqueceu que o próprio mundo, a própria vida me faz crescer...
Penso que esse alguém sabe que estou a crescer...
Penso que esse alguém sabe, que na realidade eu sei o que é o mundo, porém não sabe que vivo num mundo de sonhos e que só assim sou feliz, pois imagino um mundo que não existe mas que sonho existir...
Esse alguém sabe que quando eu deixar de sonhar... Deixo de ser feliz...
Felicidade essa que só alcancei ao seu lado!!!

 

sinto-me: Nem sei como me sinto...

publicado por miguel_sousa às 10:49
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Hoje voltei a ver o sol...

 

 

 

 

 

 

 

Hoje...

Ao fim de tantos dias...

Ganhei coragem...

E fui dar uma volta na marginal...

Estou triste, é verdade...

Mas hoje...

Senti-me um pouco melhor...

Tantos e tantos passeios...

Tantas e tantas promessas fizemos aqui...

Estou triste, é verdade...

Mas acredita A.R.

Hoje...

Voltei a ver o sol...

Lembras-te?

Amo@te muito melguinha.

Tenho saudades...

Terrível esta palavra...

Palavra única no mundo...

Sem tradução...

Mas que em português significa...

...Recordações felizes

E é isso que sinto...

Por isso, hoje...

Estou triste, é verdade...

Mas ao mesmo tempo estou feliz...

Voltei a ver o sol!

sinto-me: triste...

publicado por miguel_sousa às 18:14
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Domingo, 27 de Abril de 2008

Aqui vos deixo esta flôr...

 

 

Gostava de deixar aqui esta flor, a todos vós, que ao longo destes últimos meses, me tem deixado aqui as vossas palavras de apreço, simpatia, 'amizade'...

Gostava também de agradecer o carinho e as palavras de reconforto que te tenho recebido...

Nunca pensei que existissem pessoas assim...

A todos vós o meu obrigado.

E a ti princesa... a ti envio-te as verdadeiras... espero que gostes!!!

Amo@te muito!

sinto-me: triste...mas agradecido

publicado por miguel_sousa às 15:50
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Sábado, 26 de Abril de 2008

Infelizmente não serviu de nada...

 

 

O abandono de dentro transborda por fora. Penetro pela noite dentro com o copo como companheiro e a caneta como confidente. Afogo-me com as pedras de gelo no quente sabor do escocês dourado e afundo cigarros apagados no desterro do cinzeiro sujo.

Não sei o que faço. Despenteio-me frequentemente enquanto penso em ti, em nós, em tudo… no quanto tínhamos para dar certo e no quanto falhamos noutro tanto. Tudo é demasiado claro hoje à noite, a própria escuridão das luzes apagadas é incomodativa, como um sol seco e perturbador.

Abandono-me e regresso com a caneta na mão. Quero tanto escrever sobre ti que fico bloqueado. Demasiado dividido entre as coisas más que tinha para te dizer e as coisas boas que me vêem à cabeça quando penso em nós.

Não sei amor que mais te dizer. As coisas são como são e assim serão. A conclusão é óbvia, o destino vinga sempre. Ou nos junta de novo um dia ou nada fizemos mais até hoje do que nos degladiarmos com ele… mas as coisas têm sempre uma ordem, um sentido estranho e um escopo… acabam sempre por ficar na ordem certa.

A noite continua clara, o vento agita as persianas da minha casa, não tão sólidas como o meu desgosto. Eu cá continuo, de papel em branco e caneta em riste. Olhar vazio no copo vazio. Cabeça despenteada cabisbaixa, pendida sobre o cotovelo arquejado, expressão de abandono, de esbatimento… como se eu todo fosse uma mancha de tinta num quadro a óleo, disforme, borratada, cadente…

Adormeço trôpego sobre a folha vazia, faço das minhas palavras o meu leito. O peso da bebida acaba por ser maior que o peso da tua ausência e consigo esquecer-te talvez por mais algumas horas… adormeço trôpego sobre a mesa desarrumada…

Acordo a meio da noite enjoado e ainda zonzo. Na boca sinto um gosto estranho que varia algures entre a amargura e a ressaca. Enjoado arrasto-me para a casa de banho, tudo o que tenho dentro tem de sair para fora e desta vez não me refiro ao que sinto por ti…

Não devia ter bebido...

sinto-me: Triste...e com os copos

publicado por miguel_sousa às 05:46
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Não quero dormir...

Mais uma noite que se aproxima…
Não, não quero mais os mesmos sonhos! Não, não quero mais acordar a meio da noite, abraçado, beijando um vazio, que no meu sonho era o teu corpo, o teu rosto, o teu beijo!
Quantas vezes, nestes últimos dias eu acordei durante a noite, abraçando a travesseiro, beijando o tecido, acreditando que eras tu que estavas ali ao meu lado!
Não quero mais acordar feliz, acreditando ter conquistado o teu coração, quando hoje eu sei que isso não aconteceu! Talvez até te tenha conquistado, mas não do jeito que tanto sonhei!
Não, não quero adormecer…
Porque se eu adormecer, sei que o acordar vai ser igual ao de hoje, igual ao de ontem, sozinho, desanimado, triste, sufocado com tudo o que aconteceu!
Esta noite, vou manter-me acordado, esta noite, não quero dormir!
Amo@te muito melguinha...
sinto-me: Triste...Muito triste...

publicado por miguel_sousa às 17:54
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Será este meu sonho possivel?

Mais uma vez deixei os meus sonhos falarem por mim…

Mais uma vez acreditei que os conseguia realizar…
Mais uma vez tiveram que me acordar para a triste realidade que é a vida!
Existirá, digam-me vocês, sonho mais belo do que aquele em que nos vemos com um sorriso irradiando felicidade, trocando um beijo apaixonado, sentado ao lado de quem mais amamos? Existirá, e não me mintam, sonho mais belo, onde todos os nossos anseios se realizam, onde todas as palavras são proferidas, onde todas as provas de amor se concretizam, sonho mais belo, onde as palavras ditas por alguém são a melodia que o nosso coração mais sonha ouvir?
São sonhos, sonhos que me acompanham diariamente…
Será este meu sonho, impossível?
Por vezes sinto que a cada tentativa que faço, estou como que a jogar no euro milhões!
Hoje acredito, alimento os meus sonhos em vão…
Mas….
Hoje…
….hoje, apetece-me ligar-lhe, procurá-la nas ruas da cidade, encontra-la, abraçar-me a ela, insistir, compreender o porquê, beijá-la e fazê-la sentir que comigo valerá a pena tentar!
…hoje sinto que esquecer o que sinto não será fácil, interpretei uma mensagem bem diferente da que os meus ouvidos escutavam! Não sei porquê, mas sinto que:
“O que as tuas palavras dizem, em nada correspondem ao que o teu coração sente, nem ao que o teu olhar deixa transparecer!”
Hoje sinto, como sempre...
... Alimentei os meus sonhos em vão!
Mesmo a seguir a ter tido mais uma troca de palavras contigo...
Sou mesmo burro... Nunca mais aprendo...
sinto-me: Triste...

publicado por miguel_sousa às 16:50
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Preciso de mudar...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

Sinto-me perdido, como um grão de areia num imenso deserto, à espera pelo momento certo em que os ventos me transportarão.
Preciso desses ventos na minha vida.
Ventos de norte, sul ou este, talvez os de oeste, pois transportavam-me para o este do meu ser,onde me sentiria melhor agora!
Vou-me deixar levar ao sabor do vento fraco, enquanto os fortes não chegam e esperar para ver afinal quem ganha a batalha,a razão ou o coração!
Preciso de mudar...
Venham os ventos!

Para quê seguir a razão se apenas nos sentimos bem ouvindo a voz do coração?

Cada dia que passa fico ainda pior...

BBB

(Só para ti)

sinto-me: Sem vontade de viver assim...

publicado por miguel_sousa às 10:35
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Pensar no futuro... para quê?

Quase uma da manhã e mais uma vez regresso sozinho a casa...
Vim pensando em mim, no mundo e nas pessoas que me rodeiam, enquanto isso clarões enormes rasgavam o céu, trovejava bastante, o céu iluminado daquela forma até tem a sua beleza... mas eu não estava em condições de o apreciar!
Antes de me deitar recebo um telefonema de um amigo, a desejar-me boa noite, e a perguntar se estava tudo bem comigo. Disse que sim, embora soubesse que ele sabia que era um não.
Desliguei o telefone,ouço o vento, a trovoada e a chuva lá fora!
Comparo o mau tempo que se faz sentir, ao turbilhão de sentimentos que me assola.
Misturo o vento que parece levar tudo à frente, à confusão que me invade a alma!
A trovoada, essa denuncia a intensidade da dor que me derruba!
Quanto à chuva, perdeu todo o seu encanto ao misturar-se com as lágrimas que rolam pela face!
Por momentos vem-me à memória as palavras que no passado foram ditas em vão feito palavras ao vento que apenas trouxeram a dor a quem eu adorava e a mim mesmo também,não conseguirei esquecer quantas lágrimas já fiz rolar!
Penso bastante no que fiz no passado, no que me fizeram...realmente estamos nesta vida apenas para sofrer! São raros os momentos de felicidade. Mas eu tive-os...
Reflicto no que quero para mim, no que sonho, penso muito no meu futuro,mas para quê? Vivo em busca do impossível, atrás de um pouco de sorte,mas essa não quer nada comigo!
Dói-me na alma já massacrada, o facto de sonhar com um sorriso na minha vida, um amor verdadeiro, uma cabana, estabilidade e no fim acabar sempre sozinho!

Fazes-me falta princesa...

sinto-me: Sozinho...abandonado

publicado por miguel_sousa às 04:26
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Ao menos tentei...

 

 

Acaricie,
massageie,
cante,
suporte,
alimente,
dê banho,
ria,
sorria,
estimule,
console,
abrace,
excite,
pacifique,
proteja,
seduza,
ligue,
corresponda,
antecipe,
perdoe,
sacrifique-se,
mostre-se igual,
fascine,
respeite,
encante,
ignore,
defenda-a,
faça planos,
enfatize,
faça serenata,
agrade,
mime,
mime-a,
banhe-se,
perfume-se,
barbeie-se para ela,
elogie,
faça uma surpresa,
acredite,
santifique-a,
ajude,
reconheça,
seja gentil e educado,
atualize-se,
aceite,
presenteie-a ,
peça,
escute,
entenda,
leve,
acalme,
mate por ela,
morra por ela,
sonhe com ela,
prometa,
entregue-se,
comprometa-se,
eleve,
alivie,
sirva,
salve,
prove,
agradeça,
dance,
olhe nos olhos,
escove,
seque,
dobre,
lave,
passe,
guarde,
cozinhe,
idolatre-a,
ajoelhe-se e,
volte ao começo e faça
tudo de novo...

Aqui fica o conselho...

mesmo assim, se calhar não é o suficiente...

mas ao menos...

nunca ninguém poderá dizer

que você não tentou...

 

:'(

BBB

(Só para ti)

sinto-me: Triste...
tags: ,

publicado por miguel_sousa às 02:45
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Quero acordar deste pesadelo...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Quem me dera que tudo fosse um pesadelo...

E que de  manhã ao acordar...

Ao abrir os olhos...

Tu estivesses aqui...

Ao pé de mim...

Neste nosso ninho, onde fomos tão felizes os dois...

Tenho saudades tuas melguinha.

Amo@te!!!

BBB

(Só para ti)

sinto-me: A viver um pesadelo...

publicado por miguel_sousa às 05:01
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Deixa-me ser teu...

 

POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

 

 

 

A minha alma é uma casa vazia, sem ti!

O meu pensamento voa para ti.

O meu coraçäo bate por ti.

Está a ser dificil estar longe...

Deixa-me fazer-te feliz e mostrar-te como brilha o céu.

Deixa-me dar-te as estrelas que um dia te roubei.

Deixa-me dar-te todos os sorrisos que säo teus por direito.

Deixa-me secar-te as lágrimas.

Deixa-me dar-te o refúgio dos meus braços.

Deixa-me amar-te.

Deixa-me ser teu...

Adoro-te muito.

BBB

(Só para ti)

sinto-me: Triste...

publicado por miguel_sousa às 17:34
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Não consigo...

 

 

Quero expulsar-te da minha cabeça mas a minha memória reclama-te como se lhe pertencesses.

Estás em cada pensamento.

Estás em todo o lado.

Em cada segundo.

O tempo não passa!
Encolho-me no chão em silêncio e às escuras, tentando passar despercebido às memórias que me perseguem, mas elas acabam sempre por me encontrar e por te trazer de volta às minhas mãos, aos meus braços, lábios, corpo, mente, alma...

Cada dia que passa fico pior... aprisionado a pensamentos e sentimentos...

 

 

 

sinto-me: Triste...

publicado por miguel_sousa às 04:58
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Não preciso...

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Se não vens não preciso sorrir, nem abrir os olhos e ver que não estás.

Não preciso estender os braços e abraçar o vazio, nem abrir as mãos para não sentir a tua pele.

Não preciso respirar porque sem o teu cheiro o meu ar fica pobre.

Não preciso sequer acordar porque sem ti não consigo adormecer.
Se não estás eu não estou também, nem mesmo me encontro se não te consigo encontrar. Não preciso falar porque não tenho quem eu quero para me ouvir.

Não preciso sorrir porque me faltas tu para me alegrar.
Se não voltas não preciso voltar a andar porque não tenho para onde ir.

Não preciso fazer planos se não tenho um caminho para percorrer.

Não preciso existir se não dás sentido à minha existência.

Não preciso ser feliz porque faltas tu para me completar...

Não preciso sequer viver se não estás aqui para me amar.

sinto-me: Triste...

publicado por miguel_sousa às 04:21
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Sabes?

Sabes quando sentimos um aperto no peito e o seu efeito nos faz sentir pequenos?

Sabes quando queremos luz e em troca nos deixam na escuridão que nos cega os olhos como se alguém lhes espetasse os dedos?

Sabes quando tudo à nossa volta gira e nós não saímos do lugar, estagnando a vida, a dor, a ferida, a partida?

Oxalá soubesses...
Sabes quando chove lá fora e parece que o mundo vai desabar por causa da nossa dor, do nosso amor, do nosso ardor?

Sabes quando o desejo da carne se torna tão forte que sentimos uma ressaca carnal? Sabes quando tudo corre mal e não temos um porto de abrigo para nos acolher?

Será que sabes... ?

Tenho saudades tuas fofinha...

BBB

(Só para ti)

sinto-me: Triste...

publicado por miguel_sousa às 03:15
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Há dias assim...

corpo.jpg

Há horas, dias, semanas, meses, anos, em que devíamos cair num sono profundo para não termos de assistir ao pesadelo em que a nossa vida se pode transformar. Mas, como a única coisa que se pode fazer é viver nesse pesadelo, temos de aguentar. Podemos achar que não vamos aguentar, ter a certeza disso, mas o que é certo é que lá vamos vivendo o dia a dia e até acabamos por achar piada à sucessão da má sorte que temos. Torna-se divertido ver o que nos espera e ver que a cada passo o tombo é maior. E quando eu digo que se torna divertido, é apenas para não tornar tudo ainda mais dramático do que na realidade já é. Mas, como estava a dizer, o tombo é maior e então fica-se à espera que venha a derradeira hora em que cairemos no precipício.
Há quem diga, e muito bem, que problema atrai problema. Começa por ser uma coisa sem importância, à qual nem damos o devido valor, porque nos achamos capazes de resolver, e quando vemos que não é bem assim e abrimos os olhos para a realidade, acordamos no nosso pesadelo e as coisas começam a complicar-se… Perde-se a vontade de viver e ganha-se um oceano de presente para chorarmos e não nos resta mais nada a não ser gastar cada gota, sem medo de economizar, sem nos preocupar-mos com a conta de água… Se bem que às vezes gostava de saber quanto gasto em lágrimas, principalmente neste últimos tempos.
Com os problemas a aparecerem como melgas, só nos apetece ser, por exemplo, a vizinha do lado, que até tem um belo carro e anda sempre bem disposta. O sentimento de solidão e abandono cresce com cada problema… Tanta gente que nos rodeia mas ninguém com a salvação para o nosso caso…
Só resta esperar… Viver numa espera mesmo longa e dura, sem sabermos quando virá o nosso arco-íris, para pôr fim à nossa tempestade interior. Há quem reze e há quem já não acredite em poderes divinos e se sinta abandonado. A sensação, às vezes, é que todos os santinhos resolveram tirar férias na mesma altura… Ou pensamos então que já fizemos tantas asneiras que não merecemos sequer atenção e perdão lá do Patrão… Chegamos então à altura na qual me encontro… Sem achar nada e sem me achar a mim.

sinto-me: triste...

publicado por miguel_sousa às 17:28
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Destino...

 

O destino é das coisas que muita gente não liga mas que está sempre presente nas nossas vidas. É algo que tem dois lados opostos. De um lado as pessoas que acreditam, do outro as que nao acreditam.

Mas o que é o destino?

Muita gente o considera como o futuro e apenas isso; que o futuro é o destino e que não podemos nada contra.

Para mim o destino é algo que esta definido na nossa vida e que não podemos mudar nem criar; diferente do futuro. Nao podemos criar o nosso proprio destino mas podemos construir o nosso futuro.

O futuro é algo que escolhemos e só nós o podemos fazer. O nosso futuro depende de nós; o destino depende apenas do destino, nós dependemos do destino. O destino é algo que nos leva ao futuro; é algo do qual, como se costuma dizer, "nao podemos escapar". Acontecimentos, sentimentos, coisas que acontecem sem poder ser evitadas e que mudam o nosso futuro ou que o encaminham de modo diferente.

Acreditar que o destino existe é acreditar que a nossa vida é conduzida por um mecanismo de controlo, uma força superior que construiu um destino para cada um de nós, que controla a vida de cada um de nós, surpreendendo-nos com coisas boas e coisas más; felicidades e desilusões, pois "o que tem de ser" tem muita força e nada podemos contra esse poder. Acreditar no destino é acreditar em algo que nos faz lutar pela vida, que nos dá força para continuar e que nos conduz para o futuro.

Quem não acredita no destino?

sinto-me: triste...

publicado por miguel_sousa às 20:15
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